Brasão de Albino Neves foi apresentado pelo Heraldista Miguel Bôto

O Mestre Templário vendo o livro apresentado pelo Grão-Mestre Dom Fernando de Sousa Fontes

O heraldista Templário Português Mestre de Armas Miguel Bôto produziu e apresentou o Brasão de Armas e Civil do Mestre Templário Albino Neves e o descreveu da seguinte forma:

O heraldista Miguel Ângelo Bôto que estudou e apresentou o Brasão Civil e de Armas de Albino Neves

O esquartelado I representa o Neves, de Albino Neves, o II da Família Ferreira (avô paterno), o III da família Rodrigues (avó paterna) e o IV da família Tavares (avós maternos).

De acordo com o Armorial Lusitano

I- Timbre Neves – de Albino Neves (carneiro) – estas serão as armas (civis) de caráter assumido de Albino Neves: Campo verde, cordeiro de Deus sobre um rochedo de prata, flanqueado à destra por um báculo (cajado) e por uma espada abatida de prata guarnecida de ouro à sinistra e encimado por uma vieira de ouro (referência ao peregrino). II Ferreira; III Rodrigues; IV Tavares.

 

 

O I contido no Brasão “simboliza a Vieira do peregrino, o Cajado, a espada arriada e o Cordeiro representando o monge.

Também são apresentados os acessórios exteriores, o elmo, paquifes (folhagens verde de esperança), virol (coroa colocada sobre o elmo), correias (acessório que liga o Brasão ao elmo) e timbre (elemento colocado sobre o virol que visa distinguir o Cavaleiro entre os demais).

Brasão de Armas Pessoais


Esquartelado: I - Neves (de Albino Neves): de campo de verde, Cordeiro de Deus (agnus Dei) de prata sobre um monte do mesmo metal, ladeado à destra por um báculo de ouro e à sinistra por uma espada de prata guarnecida de ouro abatida, em chefe uma vieira de peregrino de ouro; II - Ferreira; III - Rodrigues; IV - Tavares; elmo de prata de frente, gradeado e forrado de vermelho (regulamentar AHOT), coronel de florões templários (cruzes orbiculares) de prata, timbre de Neves (de Albino Neves); paquifes de prata forrados de vermelho; suportes: espadas de prata, guarnecidas de ouro em guarda; troféu de Oficial e pendente da Ordem do Templo.

Ao receber o Brasão do Mestre de Armas Templário Português, heraldista Miguel Ângelo Bôto, o Mestre Templário, Gran Prior do Brasil, agradeceu a honraria de passar a ter o seu próprio Brasão e garantiu que tudo sempre é para a honra e glória de Deus.